CM reúne profissionais da educação para debater ‘violência sexual’

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No último dia 17, foi realizado no auditório da Câmara de Vereadores de Cândido Mota, encontro entre os profissionais do Centro de Referência Especializado de Assistência Social, o Creas, e os professores da Rede Municipal de Ensino. O objetivo foi conscientizar os profissionais da educação sobre o trabalho do Creas no atendimento e acompanhamento dos casos de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual.

 

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O evento foi solicitado pela assessora pedagógica da Rede Municipal de Ensino, Silvana Moraes, para orientar e sanar dúvidas dos professores e escolas sobre o que fazer, onde denunciar e qual encaminhamento adequado quando há relato de abuso ou suposto abuso sexual de um aluno.
Estavam presentes o secretário da Educação Celso Josepetti e representantes das escolas e creches municipais, além da secretária da Assistência Social Rosângela Néspolo, a coordenadora do Creas, Eliane Izanfar Godoy e a equipe técnica do órgão, a assistente social Marcia Ferreira Sabino e a psicóloga Renata Quiezi.

A secretária da Assistência Social agradeceu a todos e frisou a importância da parceria entre a rede de ensino e o Creas no atendimento às crianças vítimas de violência sexual, além da responsabilidade em relação à denúncia quando surgir dentro do ambiente escolar. 

 

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A psicóloga Renata Quiezi explicou que o Creas trabalha com qualquer tipo de violação de direitos, mas focou no atendimento à vítimas de violência sexual, explicando que o Creas não é um órgão investigativo e/ou punitivo, funções que cabem à Polícia, Ministério Público e Poder Judiciário.
Ela explicou que a denúncia deve ser realizada pela escola diretamente ao Conselho Tutelar, que deverá realizar os procedimentos necessários, como realização de Boletim de Ocorrência e acompanhamento ao IML para a realização do exame de Corpo de Delito, sempre preservando o sigilo da denúncia.
“O trabalho que o Creas realiza é encaminhamento, tanto da vítima quanto da família, ao serviço de saúde e avaliação psicológica quando necessário, avaliação da dinâmica familiar que resultou ao abuso sexual da criança e/ou adolescente, orientação aos pais ou responsáveis sobre a proteção da vítima, acompanhamento familiar e orientações jurídicas’, esclareceu.
A psicóloga ainda reforçou a importância da discrição e sigilo quando existe a suspeita ou denúncia para um profissional da escola, seja o professor, auxiliar, coordenador ou diretor. “Isso, para não expor e revitimizar a criança, além de preservar o vínculo da criança com o profissional de ensino e a segurança do ambiente escolar”, frisou.

No encerramento do encontro, a secretária de Assistência Social agradeceu a todos pela presença e ressaltou a importância da parceria no combate e proteção das crianças vítimas de violência sexual.

 

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