Prefeito destaca o uso da água com responsabilidade e sem desperdício.

O prefeito Zacharias Jabur, o vice, Antonio Carlos Bonini de Paiva, além do diretor do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), José de Almeida Sobrinho e do vereador Alfredo Bolzan ressaltaram, em entrevista no Paço Municipal, a importância do uso racional da água, evitando-se o desperdício e, como consequência, problemas no abastecimento.
Jabur pediu, mais uma vez, a parceria dos cândido-motenses e ressaltou que se trata de um bem finito. Em sua visão, trata-se de uma ação importante pois, apesar do município, felizmente, não ter problemas com o abastecimento até agora, há certa preocupação. “Estou preocupado com o clima quente em todo o Brasil e, por consequência, a água se torna mais essencial ainda à vida. Por isso, a importância da racionalização em nosso município, onde contamos com a população para que se faça o uso consciente da água, com racionalidade. Quer dizer, usar na necessidade do dia-a-dia. Felizmente, ainda não há falta de água em Cândido Mota, o que há é problema na distribuição da água nas caixas d’água dos bairros. E a racionalização é importante para que a população não sinta o desagradável fato de abrir a torneira e não ter água para a utilização diária“, apontou.
Além do pedido do prefeito, o diretor do SAAE, José de Almeida, explicou que há alguma dificuldade para que a água chegue em alguns bairros e a racionalização pode amenizar o problema. “Temos alguns problemas para fazer com que a água chegue aos bairros. Por isso, pedimos a racionalização por parte da população. Usando racionalmente a água, ela não vai faltar para um vizinho pois há casos em que verificamos a falta de água. Quando fomos verificar caso a caso, três casas à frente, um morador estava lavando a calçada”, ressaltou.
Mais uma vez, José de Almeida deixou claro que o encanamento muito fino e antigo dificulta a passagem da água. Ele apontou investimentos como a solução para o problema e disse que a administração está atenta para a solução definitiva visando a qualidade do serviço. “Graças a Deus, não há falta de água em Cândido Mota. Só estamos enfrentando problemas de evasão de água, pois os encanamentos que foram colocados na cidade são muito finos, de duas polegadas. Precisamos fazer investimentos e estes só podem ser feitos se houver uma correção nas tarifas que não afetarem o bolso da população. Só faremos quando pudermos arcar com o investimento para que a população não seja afetada”, comentou.
O diretor do SAAE comentou, também o problema na Vila São Judas, que foi amenizado e ficará melhor com essa racionalização proposta na oportunidade. “Está aí o prefeito Zacharias e o vice, Bonni, tentando levar a melhor água, tratada e com grande responsabilidade proporcionando saúde às pessoas, já que foi promessa de campanha. Já conseguimos amenizar o problema na Vila São Judas e hoje a água que não chegava, já chega, embora ainda não seja o ideal, a solução definitiva. Hoje, está em menor quantidade, mas com a colocação da caixa d’água na vila Alpina, o problema será resolvido“, observou.
Bonini ressaltou, por sua vez, que a tarifa social objetiva possibilitar economia da água, que é um bem finito.Aqui, em Cândido Mota, ninguém viveu racionamento, mas é algo terrível você chegar em sua casa abrir a torneira e não ter água. Assim como aconteceu na vila São Judas não faz muito tempo. Assim, eu acho que não temos problemas hoje. Mas se houver desperdício, poderá faltar, sim. Ainda mais com o calor que está fazendo, que acaba induzindo as pessoas a usarem mais água. Mas usar para aquilo que é necessário. Evitar de lavar calçada, asfalto. Basta ver a capital, Diadema, São Bernardo, e aqui na nossa região, Ourinhos, Bauru e Marília. Graças a Deus, não temos esse problema. E se a população usa com consciência, não vai faltar até porque o período de chuvas está passando e não está sendo suficiente”, enalteceu.

 
CM confirma caso de dengue e Secretaria intensifica combate

A Secretaria de Saúde e Higiene de Cândido Mota, através da Vigilância Epidemiológica, confirmou na semana passada o 2º caso de dengue no município. O paciente é morador do distrito de ‘Frutal do Campo’ e teria viajado para a casa de parentes no Paraná. Diante da notificação, toda a equipe de vetores juntamente com a Estratégia de Saúde da Família realizaram as atividades de bloqueio de criadouros e Bloqueio de Nebulização, trabalho que consiste na aplicação do inseticida para eliminar o mosquito ‘Aedes Aegypti’.
“No momento, estamos aguardando o resultado de três exames. E a população deve ficar atenta aos sintomas, aparecendo febre, dores no corpo, manchas avermelhadas, dor no fundo dos olhos, procure a Unidade de Saúde mais próxima de sua casa e aos finais de semana a Santa Casa”, informa a equipe.
Investimentos
Preocupados com o risco de uma nova epidemia no município, a Secretaria de Saúde investiu na aquisição de três atomizadores para aplicação do inseticida e na contratação de quatro novos ‘Agentes de Controle de Vetores’.
Papel da Comunidade
O prefeito Zacharias Jabur, ressalta a importância da parceria com a população que, somado aos investimentos e ao trabalho preventivo realizado na cidade, poderá manter a dengue sob controle. “Apesar de todas as ações desenvolvidas pela Secretaria, a população cândido-motense precisa cumprir o seu papel para que o município fique com a situação controlada. É muito importante que as pessoas entendam a importância da união de esforços que vise, prioritariamente, o controle da dengue. Por isso, pedimos a colaboração de todos”, observou.
Segundo a Vigilância em Saúde a maior parte dos focos de dengue é encontrada em residências. Por isso, a cooperação da população se torna fundamental no combate à doença.
O mosquito só se reproduz em locais que têm água parada. Logo, toda casa corre o risco de se transformar em foco para o Aedes Aegypti. Manter os quintais limpos e sem qualquer objeto que possa acumular água é a receita para deixar a cidade livre da doença. Deve-se eliminar criadouros como garrafas, latas, potes, vasos de plantas e recipientes que possam acumular água é uma das ações eficientes. Também é importante limpar calhas, caixas d’água, bebedouros de animais, piscinas e qualquer local que possa servir de criadouro do mosquito.

 
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